deixe seu recado para Janeth Oliveira Naves
"O conto traz uma reflexão importante sobre a ancestralidade. Sobre mulheres silenciadas e invisibilizadas. Quantos desafios, quantas dores mulheres, como a do conto, tiveram que vencer, superar e muitas vezes sair dessa vida sob injustiças não reparadas, foram necessárias pra estarmos aqui. O conto traz um resgate da dignidade dessa mulher, de quem fala. Nos faz pensar e agradecer aos que vieram antes de nós, construindo os caminhos que trilhamos.."
Lílian de Sousa Costa Pohl, Brasília
""A voz que o tempo apagou" é um conto belíssimo e inteligente que nos transporta, por alguns momentos, a um tempo distante e desvanecido. A curiosidade foi aguçada tanto quanto o prazer que esta leitura proporciona. Parabéns!!"
Vinícius Di Oliveira, Brasília
""A voz que o tempo apagou", além de emocionante, é muito bem estruturado e a abordagem é de uma sensibilidade incrível, cujo objetivo de reabilitar a imagem de uma mulher sem voz, que viveu em tempos e lugares longínquos, foi alcançado. "
Aleth Di Oliveira, Goiânia
"Que lindo conto. Já estou bem curiosa para conhecer o que conseguiu desvendar deste passado. Parabéns amiga, vc realmente tem o dom para a escrita. "
Maria Conceição Morais Pereira , Goiânia
"Saudade da Chuva, romance de estreia de Janeth de Oliveira, pode ser considerado uma catarse espiritual. A protagonista, professora universitária, passa por um processo de desconstrução e reconstrução interior a partir de seu diagnóstico da Doença de Parkinson. O fio condutor da narrativa perpassa todo o processo desafiador do enfrentamento de uma nova realidade de autocuidado e atenção total a si mesma. A busca acadêmica e dedicada por uma compreensão das limitações da doença proporciona ao leitor valiosas informações com clareza de detalhes. Tal busca também ocorre em paralelo com a jornada de autoconhecimento da personagem que cresce e torna-se mais segura com o desenrolar da história. A narrativa, longe de ser pessimista, apresenta um tom suave e delicado, como um sopro de esperança para os que passam por situações complexas no que se refere às limitações físicas. A autora, numa narrativa cativante, coloca a história dentro de um contexto sensível e atrativo, ou seja, as mudanças advindas das diferentes estações do ano em Brasília. O resultado para o leitor é envolvimento e emoção. Resumindo e já recomendando, Saudade da Chuva, de Janeth de Oliveira engloba as características do bom romance. Aguardemos os próximos. Almerinda Garibaldi 29/05/2025 "
Almerinda Garibaldi, Brasília
"Linda crônica, Janeth. Parabéns! "
Anabela Rute Kohlmann Ferrarini, São Leopoldo